quinta-feira, 21 de maio de 2009

O grande lançamento do KitHorta!

Hoje, dia 21 de Maio de 2009, iniciámos a venda do KitHorta na Escola Secundária José Estêvão.
Até agora, temos recebido diversas opiniões positivas, e várias pessoas já adquiriram o seu próprio KitHorta.


O nosso stand e a equipa por trás da idealização e produção do KitHorta:

Da esquerda para a direita: Carolina Sobral, Nuno Beato, Sofia Santos, Mariana Santos


O ... KitHorta!





O KitHorta é constituído por um manual de instruções (com informações sobre as várias espécies e suas características, como plantar, ...), "mini-ferramentas", três variedade de sementes à escolha (entre 18 variedade possíveis) e três vasos.


Amanhã continuaremos a venda, entre as 9h50 e as 10h10, e a partir das 11h40 até às 17h00.

No entanto, se não tiver a oportunidade de adquirir o seu KitHorta, pode encomendá-lo via e-mail, contactando o seguinte endereço: kithorta@gmail.com

quinta-feira, 30 de abril de 2009

NOVIDADES

Pedimos desculpa pela ausência... esta está a dever-se exclusivamente aos preparativos para o grande dia de todo este projecto!!
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Convite
21 DE MAIO DE 2009-A GRANDE APRESNTAÇÃO DO KitHorta

Estão todos convidados para a apresentação de todo este projecto e do produto final- "KitHorta".

Local: átrio principal da Escola Secundária José Estevão
Data e Hora: 21/5/2009
durante todo o dia

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Vamos apresntando mais novidades... não percam!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Hortas Biológicas são a nova tendência

Centenas de pessoas estão a transformar as suas hortas tornando-as biológicas e mostram interesse por esse tipo de cultivo. Desde Outubro de 2008, altura em que a Fundação BioLogica, sediada na Maia, promoveu o primeiro curso «BioHorta» – criação de uma horta biológica –, muitas pessoas passaram por esta formação e estão a cultivar os seus terrenos segundo o modo de produção biológica.
O curso tem-se realizado em várias cidades do país - Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Aveiro, Sintra, Leiria, entre outras - e tem como objectivo promover a agricultura biológica em Portugal e a bio-economia. No próximo fim-de-semana, decorrerão em Santarém e em Braga e têm a duração de 12 horas. São desenvolvidos em parceria com as entidades locais.


Com a formação pretende-se dotar os participantes dos conhecimentos técnico-cientificos para criarem e manterem a sua horta biológica, obtendo assim produtos mais saudáveis para a sua alimentação, ao mesmo tempo que contribuem para um melhor ambiente e para uma actividade de ar livre extremamente saudável. Os alimentos cultivados são os da estação e variam segundo o gosto das pessoas.
Sofia Lobo, da Fundação BioLogica, explicou a Ciência Hoje que têm surgido vários pedidos de informação por parte do público e foi nesse contexto que surgiu o curso. "A actividade é recente em Portugal e incentivar as pessoas para a agricultura biológica é uma forma de salvaguardar e proteger o ambiente".
A população é bastante transversal, segundo Sofia Lobo, pois "não só aderem cidadãos em geral e no activo, como também produtores agrícolas, aposentados, estudantes e 80 por cento dos candidatos tem formação superior em várias áreas e podem até se tornar agentes económicos."
São cada vez mais os cidadãos que pretendem ter a sua horta-jardim, já que na agricultura biológica é conveniente ter grande diversidade de cultura em conjunto com as ervas aromáticas e condimentares, permitindo transformar os espaços verdes em bonitos e aromáticos jardins com hortícolas.

Produtos químicos
Contudo, a informação disponível sobre este modo de produção mais amigo do ambiente é ainda insuficiente e muitas pessoas tinham optado pela não utilização de químicos de síntese, mas conseguiram obter produções com qualidade.
Para este modo de cultivo, ao contrário do que muitos pensam, não basta deixar de utilizar os produtos químicos para fertilização e controlo de pagas, existe sim um conjunto de técnicas para a prevenção, e a necessidade de usar fertilizantes e de outros tratamentos para pragas – produtos orgânicos autorizados.
É também de referir que numa pequena horta de 50 metros quadrados é possível produzir 300 quilos por ano de produtos hortícolas, o que num agregado familiar é uma economia bastante considerável.
Segundo este modo de produção, cada cidadão está a proteger o solo, a reciclar os desperdícios para criação de um fertilizante orgânico, a defender a não poluição das águas e a contribuir para o aumento da biodiversidade.
Num tempo em que a crise económica é real e afecta todos, cada família tem assim a possibilidade de transformar o seu espaço num espaço produtivo de onde pode retirar parte dos vegetais que necessita para a sua alimentação.


fonte: cienciahoje.pt

sábado, 28 de março de 2009

Curiosidades: Alecrim





Considerada a erva da recordação, amizade e amor, o alecrim foi utilizado como uma erva medicinal e aromática há milhares de anos. Em estudos sobre a Grécia Antiga, descobriu-se que os seus habitantes utilizavam-o sobre a cabeça para melhorar a memória. No Antigo Continente, tem-se por crença colocar galhos de alecrim debaixo de travesseiros para afugentar maus espíritos, além de ser utilizado em cerimónias pelas noivas para promover amor e utilizada em funerais para assegurar recordação. É dito que se um arbusto de alecrim cresce vigorosamente no jardim, a mulher é a cabeça da casa.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Lombo de porco com alecrim

Ingredientes
Lombo de porco: 1200 kg

Alho: 3 dentes
Sal: 1 colher de sopa
Margarina: 3 colheres de sopa
Vinho branco: 1 copo
Alecrim: q.b.
Cenoura: 2
Cebola: 1
Louro: 1 folha
Sal: q.b
Pimenta: q.b.


Preparação
Pique os dentes de alho finamente e misture com o sal grosso. Junte uma colher de margarina e com a pimenta, misturando tudo muito bem de forma a obter uma papa. Barre com ela o lombo de porco e ate-o com um cordel. Entale os raminhos de alecrim na guita. Coloque o lombo num tabuleiro e contorne-o com as cenouras cortadas em rodelas, a folha de louro e a cebola picada. Leve ao forno forte por 10 minutos. Reduza o calor e espalhe por cima do lombo a margarina. Deixe assar por mais 45 minutos. Regue com o vinho branco e leve ao forno por mais uns minutos. Corte o lombo em fatias finas e disponha-as numa travessa. Retire o cordel, o alecrim e o louro e bata o molho num copo misturador. leve ao lume, tempere e deite sobre a carne.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Alecrim




O alecrim (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo existindo entre os 0 e os 1500 m de altitude, preferencialmente em solos de origem calcária. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar.

Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. A parte inferior das folhas é de cor verde-acinzentada, enquanto a superior é quase prateada. As flores reúnem-se em espiguilhas terminais e são de cor azul ou esbranquiçada. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins.
Toda a planta tem um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinários, medicinais e religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como por exemplo, na produção da água-de-colónia, substâncias que lhe conferem propriedades excitantes, tónicas e estimulantes.
A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.


Cultivo
Devido à sua atractividade estética e razoável tolerância à seca, é utilizado em arquitectura paisagística, especialmente em áreas com clima mediterrânico. É considerada fácil de cultivar para jardineiros principiantes, tendo uma boa tolerância a pragas.


Utilização culinária
Fresco (preferencialmente) ou seco, é apreciado na preparação de aves, carne de porco, salsichas, linguiças e batatas assadas. Na Itália é utilizado em assados de carneiro, cabrito e vitela. Em churrascos, recomenda-se espalhar um bom punhado sobre as brasas do carvão aceso, perfumando a carne e difundindo um agradável odor no ambiente. Pode ser utilizado ainda em sopas e molhos.

Aplicações medicinais
A medicina popular recomenda o alecrim como um estimulante para todas as pessoas atacadas de debilidade, sendo empregado também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.
Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim, que também se recomendam a todas as pessoas cujo estômago seja preguiçoso para digerir.
Também apresenta propriedades desinfectantes e aromáticas.
Uma infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver. Toma-se depois das refeições.



Utilização religiosa
Em templos e igrejas, o alecrim é queimado como incenso desde a antiguidade. Na Igreja Ortodoxa grega, o seu óleo é utilizado até aos nossos dias, para unção. Nos cultos de religiões afro, como umbanda e candomblé, é utilizado em banhos e como incenso.



quarta-feira, 25 de março de 2009

Produtos biológicos são melhores para o coração


Alguns trabalhos de investigação têm reunido dados que demonstram diferenças significativas entre os níveis de nutrientes presentes nos alimentos biológicos e nos alimentos produzidos convencionalmente.



Num estudo desenvolvido na Califórnia, EUA, concluiu-se que determinados alimentos vegetais desenvolvidos pelo modo de produção biológico apresentam níveis superiores de flavonóides do que os desenvolvidos pelo processo convencional.

Os flavonóides são um grupo de compostos químicos, na sua maioria antioxidantes, com um importante papel, já demonstrado, para a diminuição da pressão sanguínea e do risco de doenças cardíacas. Estes compostos estão também relacionados como reduzidas taxas de determinados tipos cancro e de demência.

A investigação foi desenvolvida ao longo de dez anos, comparando tomates biológicos com tomates provenientes de uma produção padrão e descobriu-se que os tomates biológicos apresentam quase o dobro dos níveis de flavonóides.

Os investigadores discutiram que esta diferença verificada poderá estar essencialmente ligada a distintas condições de azoto nos solos para os diferentes modos de produção, resultante das restrições em fertilizantes na agricultura biológica. A produção dos flavonóides em certas plantas é induzida como um mecanismo de defesa ao défice de nutrientes como o azoto no solo, uma situação evitada na agricultura convencional onde os nutrientes estão facilmente e excessivamente disponíveis.

Estes resultados são coerentes com um trabalho recente realizado na Europa, onde se determinaram níveis superiores de nutrientes em tomates, pêssegos e maçãs provenientes de agricultura biológica.



Fonte: Naturlink (11-07-2007)