terça-feira, 24 de março de 2009

Salada de Bacalhau e Massa Fria

1 alface batávia
400 g de massa verde fria
250 g de migas de bacalhau
azeitonas pretas
5 tomates maduros
2 dentes de alho
salsa
azeite
vinagre
sal e pimenta.


Demolha-se o bacalhau durante 4 horas, escorre-se e reserva-se. Numa panela com bastante água coze-se a massa até que esteja al dente. Entretanto, lava-se a alface, escorre-se e corta-se em juliana muito fina. Escalda-se os tomates, descascam-se, retiram-se as sementes e cortam-se em bocados. Batem-se juntamente com os alhos até reduzir tudo a puré. Tempera-se de azeite e vinagre. Deita-se a massa nos pratos, junta-se a alface, acrescenta-se o bacalhau e rega-se com o molho de tomate.


Conselho Final:Esta salada fica ainda melhor se lhe acrescentar um picado de ovo cozido.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Alface Batávia


Nome Científico: Lactuca sativa

Família: Asteraceae.


Planta herbácea, anual, compacta, hermafrodita, com raíz aprumada e muito curta, não ultrapassando geralmente os 25 cm de profundidade e com pequenas ramificações.
Esta variedade caracteriza-se por formar um repolho arredondado, de folhas crespas com margens sinuosas ou recortadas. Com uma folhagem crocante e muito saborosa, de cor verde claro a amarelado. É uma excelente variedade de Verão/Outono com óptima produtividade podendo atingir cerca de 30 cm de altura.A cultura da alface pode ser realizada durante todo o ano na nossa região, quando produzida em estufa, existindo variedades bem adaptadas ás diferentes estações do ano. É a cultura hortícola protegida de maior expressão na época de Outono/Inverno, pois é capaz de crescer a baixas temperaturas e de tirar partido da fraca luminosidade da época.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A compostagem




A decomposição é pelo menos tão antiga como o solo e é de extrema importância no ecossistema, uma vez que reintroduz nutrientes essencias às plantas de volta no solo.
É por isto que o homem desenvolveu a compostagem, para replicar o processo natural de renovção de nutrientes.



Um animal que faz este trabalho é a minhoca. A minhoca ao ingerir alimento, digere-o e expele cercade 70% do que comeu sob a forma de pequenos grãos de húmus.A grande vantagem das minhocas é que conseguem transformar lixo em húmus muito mais rapidamente do que o que seria normal.Por exemplo, cinco litros de minhoca são necessários para em60 dias transformar um canteiro de esterco, de 10 m de comprimento por 1 m delargura e 40 cm de profundidade, em húmus.


É assim possivel reciclar osresíduos orgânicos da sua cozinha e da sua horta ou jardim, transformando todas as substâncias biodegradáveis num adubo rico em nutrientes.
Para aqueles que têm jardim ou espaço no exterior, a compostagem tradicional é melhorno entanto, para quem não possui espaço livre, a vermicompostagem é a maisadequada, além que não liberta maus odores.


Para aqueles interessados em saber detalhes sobre como fazer a compostagem doméstica ou a vermicompostagem (compostagem com minhocas),vistem estes sites:


http://www.cm-alcobaca.pt/resources/f62c9662fef2c635944676ad147ab8fb/Manual_Compostagem.pdf- um manual da Câmara Municipal de Alcobaça sobre compostagem doméstica.


http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/Solo/Documentos/doc41.htm- um site sobre vermicompostagem, com dicas para construção de uma em casa e tudo.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Adubos Verdes

Adubos verdes são plantas utilizadas na agricultura para melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo, tornando também o solo mais fértil.
Estas espécies são capazes de se associar a bactérias que se encontram no solo e transformar o nitrogénio do ar em compostos nitrogenados.

Estas plantas devem ser fragmentadas e deixadas/eterradas no solo, antes de possuirem sementes. Caso contrário tornar-se-iam invasoras.

O uso de adubos verdes pode reduzir ou anular o uso de fertilizantes minerais nitrogenados, contribuindo assim para uma maior sustentabilidade da agricultura e garantindo a conservação de recursos naturais. Para além disso, acabam por sair mais baratos para o agricultor.


Outros benefícios:

- Aumento da capacidade de armazenamento de água no solo;
- Descompactação, estruturação e aeração do solo;
- Diminuição de amplitude da variação térmica diuturna do solo;
- Proteção contra o vento e radiação solar;
- Proteção do solo contra os agentes da erosão e radiação solar;
- Rápida cobertura do solo e grande produção de massa verde em curto espaço de tempo;
- Reciclagem de nutrientes lixiviados em profundidade;
- Recuperação de solos de baixa fertilidade;
- Redução da infestação de ervas daninhas, incidência de pragas e patógenos nas culturas.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Produtos biológicos duplicam vendas em ano de crise


Uma empresa familiar da Lourinhã apostou na produção e comercialização de hortícolas biológicos e, apesar da crise, duplicou a facturação no último ano, atingindo um milhão de euros





A empresa é gerida por três irmãos, emprega 15 pessoas e aumentou as vendas desde que conseguiu colocar os produtos em duas grandes superfícies da capital, estando até aqui limitada à venda dos produtos em lojas especializadas, directamente a consumidores que faziam encomendas de cabazes ou em mercados.

«Tínhamos começado por apostar nas pequenas lojas mas percebemos que para chegar a um grande número de consumidores era melhor tentarmos as grandes áreas comerciais», contou à Lusa Vítor Gomes técnico de agricultura biológica e um dos três proprietários da empresa.

«Neste momento os supermercados querem ter produtos biológicos e estamos em negociações com vários» adiantou o empresário mostrando-se optimista com a hipótese de vir a aumentar as vendas na ordem dos 25 por cento.

A empresa dedica-se 100 por cento à agricultura biológica desde 2001, é certificada e produz em 27 hectares, na sua maioria terrenos arrendados, várias qualidades de couves, batata, abóbora, cereais, tomate, alface, cebolas, courgette, beringela entre outros.

A quinta onde se situa a empresa também recebe com frequência visitas de estudo de alunos a quem os irmãos explicam os métodos de produção, directamente no terreno, acreditando que os jovens «virão a ser os novos consumidores», disse Rui Gomes, co-proprietário.

Nas “aulas” de campo explicam que adubam as terras com estrume e que utilizam produtos, como o enxofre, mas de forma natural sem ser manipulado, uma forma de produzir que permite estar no «terreno sem máscaras, sem luvas e sem problemas respiratórios ou de pele», disse Vítor Gomes.

Os produtos acabam por precisar de mais tempo para crescer como é o caso das alfaces que na agricultura convencional são produzidas em apenas três semanas e na biológica necessitam do dobro do tempo.

Na agricultura biológica são utilizadas ervas e animais do campo em proveito das plantações, explicando que nunca matam uma cobra porque ela come ratos e assim estes já não comem as batatas ou que as urtigas colocadas em água libertam um ácido que depois é aplicado, consoante as necessidades, como repelente de insectos ou fertilizante, um método vantajoso no que diz respeito à poupança nos custos de produção.

A empresa pensa agora em começar a exportar para o Reino Unido, Alemanha e Holanda e está a elaborar um projecto para a construção de armazéns com condições de armazenamento dos produtos


Fonte: CONFAGRI

terça-feira, 3 de março de 2009

Filetes de Lúcio com Tomilho

Ingredientes: Para 4 pessoas

  • 4 filetes de lúcio de 175 g cada
  • 1 chalota finamente picada
  • 2 dentes de alho finamente picados
  • 4 hastes de tomilho fresco
  • raspa da casca e sumo de 1 limão mais algum para regar
  • 2 colheres de sopa de azeite virgem extra
  • sal
  • pimenta preta de moinho
  • raspa da casca de limão e hastes de tomilho fresco para guarnecer


Confecção:

Disponha os filetes de peixe no fundo de um tabuleiro que possa ir ao forno.

Espalhe por cima a chalota, o alho, e o tomilho.

Tempere com sal e pimenta do moinho.

Regue com o sumo de limão e o azeite.

Leve ao forno aquecido a 180ºC, cerca de 15 minutos ou até o peixe estar cozinhado.

Sirva guarnecido com raspa da casca de limão e tomilho fresco.

*Variação: Se não encontrar filetes de lúcio, substitua-os por bacalhau fresco ou pescada.
Também pode usar uma mistura de ervas aromáticas, tais como estragão, salsa e cerefólio.

domingo, 1 de março de 2009

Tomilho


Nome científico: Thymus vulgaris L.
Nome comum: Tomilho
Nomes populares: Tomilho, Timo, Poejo.
Família: Lamiacea
Origem: Mediterrâneo
Habitat: Hortas e jardins, beiras dos caminhos


O Tomilho é uma planta perene, subarbustiva de pequeno porte, com ramos lenhificados na base. Possui folhas perenes, pequenas, de forma linear a elíptica e de cor normalmente verde-acinzentada. Produzem cachos de flores pequenas, de corola branca ou rosada e são muito apreciadas pelas abelhas.. O caule é erecto, de secção quadrangular. Possui raiz fibrosa, acizentada e lenhosa. As sementes são de cor parda, arredondadas e muito pequenas. O Tomilho ou Poejo floresce em Junho.

Sementeira: Primavera (deve ser feita em viveiro)
Luz: Sol

Solos: O Tomilho ou Poejo prefere solos muito permeáveis, de textura média a grosseira ou mesmo pedregosos. Não se adapta bem a solos argilosos ou demasiados húmidos. Pouco tolerantes á acidez.

Temperatura: Prefere locais temperados a temperado-quentes e secos. No entanto são resistentes ás geadas.

Rega: Regar os Tomilhos apenas quando o solo estiver bem seco.

Colheita: No início da floração, se a utilização for destinada á destilação de óleo essencial. Para uso condimentar, colhem-se os rebentos de Tomilho durante toda a estação.